Hoje eu vi uma notícia que abalou minha calma.
Hoje eu vi uma notícia que abalou a minha mente e a frequência dos meus batimentos cardíacos.
Respirei fundo, respirei de novo...eu não podia fazer nada a não ser respirar.
Eu fui atrás de um ombro amigo e achei. Era só o que eu precisava. Do conselho, de chorar um pouquinho.
Agora tá tudo bem tô zen.
Num rompante poderia ir atrás de uma cerveja gelada ou uma surra de .... mas né. Você cresce e os impulsos encolhem. graças a Deus !!!
Fiquei de boa com meu pote de sorvete. Tenho todo direito do mundo de ser clichê.
A construção deste blog baseia-se no que me sensibiliza: família, amigos, poemas, músicas, crianças, instantes belos,momentos atuais e lembranças... Que me perdoem os cultos, não sou escritora e nem poetisa.
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
Eu tô querendo a gota d'água
Eu tô querendo a gota d'água. Eu tô querendo beber alguém.
Eu tô querendo o prazer de dançar Beirut debaixo do chuveiro e sorver a água dos ombros dele.
Penetrar em seus olhos. Ir além.
Me transbordar . Me derramar , descomedi-se em ser feliz.
Eu tô querendo o prazer de dançar Beirut debaixo do chuveiro e sorver a água dos ombros dele.
Penetrar em seus olhos. Ir além.
Me transbordar . Me derramar , descomedi-se em ser feliz.
terça-feira, 22 de outubro de 2013
Embargo
Mamãe anda mexida esses dias. Vez ou outra se acalenta na comida mal disfarçando suas ansiedades.
Ela foi no hospital buscar um remédio e olhou um menininho bonito de óculos escuros da mesma idade do neto. Dois anos.
Sua cabeça era tão lisinha. Câncer.
De tanto ir a hospitais a gente acaba naturalmente fazendo amizades rápidas , porém marcantes. Começa a compartilhar aprendizados e histórias.
O diálogo se segue na doçura eDona Nilce pergunta : mãe onde foi a doença dele ?
Nos olhos.
E ele vai ficar bom ?
Tiraram os olhos dele.
Ela embarga. Eu também.
Fiquei triste por ele. Tão pequeno e arrancado das cores do mundo. Tão pequeno e já não poderá brincar de esconde-esconde. E tão pequeno fica o coração de uma mulher que não pode mudar o sofrimento do seu filho.
Nessas horas nos vemos mesquinhos, cheios de falsas preocupações, ensaiados de uma realidade
suave e superficial.
Que a gente saiba aproveitar a visão. De não enxergar apenas a festa mais próxima , o boleto do carro a pagar ou a unha descascada por fazer , mas de se ver como um ser humano que precisa crescer como pessoa. Que precisa olhar o outro com mais tolerância e menos julgamento. Que procuremos descortinar em nossas retinas os verdadeiros valores pra viver.
E antes de tudo doa, se doa. Não vai doer.
Doe sangue, doe roupas , doe livros, doe conselhos, doe sorrisos.
Ela foi no hospital buscar um remédio e olhou um menininho bonito de óculos escuros da mesma idade do neto. Dois anos.
Sua cabeça era tão lisinha. Câncer.
De tanto ir a hospitais a gente acaba naturalmente fazendo amizades rápidas , porém marcantes. Começa a compartilhar aprendizados e histórias.
O diálogo se segue na doçura eDona Nilce pergunta : mãe onde foi a doença dele ?
Nos olhos.
E ele vai ficar bom ?
Tiraram os olhos dele.
Ela embarga. Eu também.
Fiquei triste por ele. Tão pequeno e arrancado das cores do mundo. Tão pequeno e já não poderá brincar de esconde-esconde. E tão pequeno fica o coração de uma mulher que não pode mudar o sofrimento do seu filho.
Nessas horas nos vemos mesquinhos, cheios de falsas preocupações, ensaiados de uma realidade
suave e superficial.
Que a gente saiba aproveitar a visão. De não enxergar apenas a festa mais próxima , o boleto do carro a pagar ou a unha descascada por fazer , mas de se ver como um ser humano que precisa crescer como pessoa. Que precisa olhar o outro com mais tolerância e menos julgamento. Que procuremos descortinar em nossas retinas os verdadeiros valores pra viver.
E antes de tudo doa, se doa. Não vai doer.
Doe sangue, doe roupas , doe livros, doe conselhos, doe sorrisos.
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Saninade.
Sanidade não me abandone.
Eu tô carente e tô cafona . Olha a pomba-gira tá aqui dentro batendo asa doida pra sair.
Sanidade não me abandone.
Eu tô carente e tô cafona . Olha a pomba-gira tá aqui dentro batendo asa doida pra sair.
Sanidade não me abandone.
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