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domingo, 25 de março de 2012

Quando você tem um amigo


Quando você tem um amigo de verdade. Ele não vai se importar se você chamá-lo de maricas.
Eu tenho um assim, o Victor. Eu curto com a cara dele, ameaço de morte. Essas coisas. Porque no fim é tudo carinho. Victor nunca se importa se eu brigar com ele, mesmo que haja uma perna-manca na história.
Com um amigo a gente pode dizer que ta gorda, que as calças tão tudo apertada que se a sua bunda crescer mais um pouco vai parecer uma jamanta.
E pra falar a verdade se eu passar dos 56 quilos o negoço vai ficar sério.


* na formatura.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Aos amigos


Tenho amigos lindos. Porque nas horas boas e ruins eles estão aqui. Sem pedir nada.
Me ensinando e me fortalencendo; cada um com a sua pureza.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Carol and me


Outro dia falava pra Carol que eu lhe devia um presente por toda ajuda acadêmica que ela havia me dado. Haja paciência porque tem dia que o planeta mais próximo que ando é Marte. Não digo que sou lá a aluna inteligente, diria esforçada.
Carol em toda a sua simplicidade diz que não precisa de nada que eu já era um presente na sua vida.
Nessas horas não como não se derreter né?! ^^


Ps: num sábado aí com minha parceira de risos e brigadeiro.

domingo, 2 de janeiro de 2011

Telefonemas

Alô, Glaucyane.
Quem ta falando?
Como quem ta falando? Não conhece minha voz?
Não.
Tu num cunhece mais minha voz diabo?!
Ahh ta, coisinhu, é o código , é o código, ahahaha.

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Alô Victor Meireles.
Quem ta falando?
Quem é que te ameaça de morte todo dia? De te fazer estrogonofe, de matar com o taco de beisebol , de jogar de lá do 8° andar da faculdade...
Oii Didi, fala minha linda.


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Acho incrivél em como os amigos se conhecem e se reconhecem ^^

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Pormenores

Amizade, penso. É feita de pormenores, nas pequenas delícias que descubro que sou feliz. A frase ficou brega, mas tudo bem ser brega é in!Hoje vim lembrando dos detalhes (alguns sórdidos) dos meus amigos e do que eles fizeram por mim e do que fiz por eles. Falarei aqui em tópicos, porque se for me desembestar a escrever, o post sairá quilométrico ^^


Amizade é:




#Ter horror a compras e ainda assim vizitar 4.569,830 lojas no sol quente com fome e sentindo pontadas de cólica pra comprar uma blusa (Glaucy)

#É ser avisada de que você ta com bafo de café, ser professor quebra-galho de finanças de alguém que sempre zoa com a sua cara e sentar todo dia do lado dela ( Victor Meireles)

#É dançar ao som do Bloco da Fuzarca no meio da rua com um copo de cachaça de gengibre na mão (Nathale)

# É respeitar alguém do jeito que é: calada, mas que ri muito, ri muito mesmo e esse riso lindo fazer um bem enorme no seu coração (Clênia)

#É tentar sem sucesso ensinar alguém a fazer estrelinha na praia (Abiodun)

#É comprar duas bolas de sorvete por R$10,00 ( Welington Queiroga)

#É lamentar a vida em praça pública enquanto se devora uma caixa de bis (Marcelo)

#É receber cartas e desenhos lindos e chorar depois disso (Railiane)

# É ficar até quatro da manhã conversando na porta de casa (Rubens, Nathan, Dalila e mais uma penca de gente)


# É comer farofa no telhado da vizinha bebendo vinho barato (Rafa e outra penca de gente)


#É pegar o busu errado, atravessar um bairro perigoso, perder R$50,00, roubar um chinelo, ganhar uma cicatriz no nariz e curtir com a cara do Zeca Baleiro no dvd (Sandra e Ana Luiza)

# É descer correndo as ladeiras do centro histórico pra ver o pôr-do-sol (Silvia)

#É ir pra faculdade e desenhar pornografia na lasanha na hora do intervalo. (Bolinho)

#É pedirem pra mudar a posição da sua cadeira pra você ver como a lua ta linda tomando milk-shake no Bob's (Jonas)
# É pensar tanto na pessoa que você precisa e ela aparecer (Polly Nunes)





















































segunda-feira, 23 de agosto de 2010

'' O que salva a gente é a futilidade '' by Cazuza


Ana: Ele é muito bacana fulote. Ficou em quarto lugar no campeonato de xadrex.
Lia: Nerdzão...
RG, CPF,número da calça, quero informações.

Ana: Ele é oficial da CFO, se forma esse ano e faz contabéis na Federal, termina no meio do ano que vem.

Lia chega com aquele ocasional huumm, que sempre quer dizer nada com coisa nenhuma. Obtém dados para futuramente tirar um sarro do objeto da conversa.

Sua amiga loira oficial da fármacia continua descorrendo sobre o quase-namorado.

Ana: Ele é tranquilo, calmo, inteligente, tem um salário razoavél.

Lia: Meodeos, para que é um alienígina!!!
Ana: kkkkkkkkk, só pode.



Ps: Num sei que diabo de texto é esse.
PS²: Sou péssima com dialógos.
Ps³: O pior é que isso é baseado em fatos reais.




quinta-feira, 29 de abril de 2010

A calça, João escatológico e o pedido


Cicrano diz pra Fulana: eu tô passando mal.
Ela muito solicíta pergunta: tu quer alguma coisa? o que eu posso fazer?
Cicrano responde: por favor, me ame!

Caso real.

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João é Cicrano e Nisseli é fulana, amigos de longa data. O texto acima é curto, pode chegar a bonito. Entretanto o perigo mora nas detalhes que vou relatar.
João tinha dor de barriga, Sandra tinha uma calça bacana. O primeiro tem um humor único, a segunda uma língua cortante.
O diálogo foi assim:

-Porque você ri Nisseli? Me dá tua calça.

- Ah João, não dou não. Se a gente fosse fazer sexo ,você não tiraria ela, é muito confortavél

Horas depois, João um pouco melhor:

Nisseli?

Oi.

Me ama, poxa eu tô passando mal pra caramba, só te peço um ombro, vem me ama só um pouquinho
Isso ocorreu depois que ele vomitou, e foi ao banheiro e soltou a pérola:
Poxa, caguei bastante, me sinto outro homem ,agora me beija.


E por essas e outras que sei que tenho amigos doentes. Por essas e outras que gosto muito deles.
Sim, é nojento sim, mas me diga quem de nós nasceu, vive e morrerá santificado e imaculado?
Eu? Eu tenho medo de gente muito metida a decente. Esses adoram o padrão e me desculpem se não quero fazer parte do clube chato deles. Nunca descuidando de que educação é o que há de mais charmoso numa pessoa, isso aqui não se discute. Nada de confusões!
Contudo não gosto de fôrma e não banco a purinha. Entende?! Sou espontânea e às vezes alguns tem percepções erradas por isso. A eles só lamento. Com a licença para o erro de concordância verbal: eu me permito.




segunda-feira, 26 de abril de 2010

Diálogo Apocalíptico



Não lembro em que dia conversava com Thiciana Prazeres, a Thiça...papo pra lá papo pra cá surge minha reclamação: Calor! Céus essa ilha de Saint Louis ta infernal, falei: Sinto que vou desintegrar. É o fim do mundo.
A louca ainda confirma: nós vamos morrer!!!


Adoro diálogos apocalípticos.






sexta-feira, 23 de abril de 2010

O Estranho II


Conversar com o Alê. É precisamente um vicio estranho, papo começa e é difícil parar!
Pelo mistério que ele representa ou tenta representar. Admito que isso ás vezes me chateia e ele sabe e gosta o Maledeto. Outras horas nem ligo e oblitero.
Alexandre Lemos me deixa em liberdade, à vontade.
Posso falar do meu dia sem pudor, sem medo de julgamento ou de libidinoso pensamento.
Hoje lhe contei que a tarde fui tomar banho de sol nua no quintal, usava somente um chapéu bege e o pé-de-acerola, confidenciei com graça . Viu tudo.
Alê gosta de andar de meias na grama molhada, é louco pelo filme Clube da Luta e escuta Artic Monkeys mais do que deve.
Moço de Diadema, gosto de você.


Ps: Alê, roubei sua foto, de novo ^^

segunda-feira, 15 de março de 2010

O Estranho


Surgiu um contato, assim de repente, sem propósito. Um simples oi.
Ele é alto, tem um cachorro branco que não lembro o nome, gosta de andar de meias na grama molhada, me intriga a cabeça e volta e meia me mandava músicas do Interpol.
Adora bancar o senhor mistério, me enchia o saco às vezes, mas era danado de instigante.
Um dia lhe mandei uma carta.
Um dia ele sumiu.
E apareceu meses depois me causando inspiração pra escrever isto aqui.
Passei o dia inteiro atraz de não sei o quê com papel e caneta, eu desenhava círculos com a mente vazia e a tv ligada num canal qualquer.
Ele me pede pra ver o céu, ver as estrelas. Hoje não tenho saco, dores de cólicas mentruais me tiram essa tal de poesia.




Alê Lemos, eu roubei a sua foto.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

A (famigerada) praia


Eu e as amigas-flores estávamos marcando uma praia há tempos. Quando Cabral desembarcou no Brasil nós ainda decidíamos esse passeio. Nunca dava certo, porque uma tava naqueles dias, porque outra tinha prova, porque faltava grana ou porque chovia. Gente que praia dificil viu!!!
Nos perdemos duas vezes no caminho, a motora do grupo afirmava que tinha certeza pra onde ia, jura? E o mais engraçado, é que a nossa cara do tipo: nunca-viemos-aqui tava gritante. Caminhando pro lado errado um camburão da polícia veio e nos escoltou até o lugar determinado. kkkkkkkkkkkkkkkkk. Hilário, da próxima levo bússola, mapa e pra garantir consulto o google maps antes.
Fomos à Praia do Amor, fica numa reserva, não tem bar, não tem guris morrendo de berrar, nem playboy disputando som automotivo. Tudo azul e tranquilo.
Todo mundo devia e merecia ter um dia assim, com um céu radiante, mar de lindeza sem-fim com amigos. Infelismente dias luminosos como estes não chegam para muitos, para aqueles marginalizados da sociedade. Da criança sem-infãncia do sinal, à mãe diarista que labuta pra sustentar cinco filhos. Eu não sou alheia da realidade, embora a massa seja alheia de si mesma.
Nós fugimos de qualquer coisa que lembrasse o carnaval, nada de frevo, bunda, facada ou sapucaí.
Obrigada por este domingo meninas, por me perder, pelas estancadas do carro, pelo riso, pelo chocolate na minha blusa, pela escolta no camburão da polícia pelo sol, pela areia, pelo gosto de sal, pela coca-cola quente, por uma picada de mosquito,por correr dos cachorros da Marinha, pela vaquinha, pelas histórias malucas. Quero outros dias ensolarados anunciar, com tudo de imprevísivel e engraçado a que tenho direito.















sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Sandra Nisseli

Minha preta - chata -amiga: Sandra Nisseli.

Baiana de Feira de Santana, nômade, irônica , apaixonada por cachorros e contrabaixista.
Sandra Wins é amiga de andanças e de danças. É dessas poucas pessoas que sentam em frente ao mar e conversam sobre problemas tomando cachaça de aroeira calmamente num banquinho. Há muitas histórias anormais e risivéis que vivemos pelo caminho...Das havaianas voando num quarto escuro, dos franciscanos tocando pop desafinado,um blues de improviso, um chinelo roubado...
As melhores horas aconteciam na sua cozinha, eu ia preparando um bolo de cenoura ao som de Beatles dissecando nossos romances com cheirinho de padaria. Algumas das nossas viagens mirabolantes rolavam de madrugada, na boemia com gargalhadas e passadas tortas.
Nos já fizemos tanta loucura...mas parece que foi a muito tempo...e o tempo foi mudando o tom e dançamos hoje uma música serena...
É que um dia se cansa de ir pros mesmos lugares, e vira fardo carregar as mesmas conversas de outras pessoas, as mesmas pessoas...acordamos! E isto gerou um estado de graça . Envelhecemos tantos anos...e nos pergutavamos como seríamos daqui a 30 anos, enquanto eu bordava na cama e e a preta tomava chá.
Há muito que se dizer, coisas imensas pra escrever.
Sobre como ela tem um riso lindo, sobre a coragem que ela tê de romper e se manter intacta em dificeis situações, sobre possuir um sarcasmo digno de nota, sobre o hábito de comer granola como se fosse pipoca, sobre ser a Sandra Nisseli.
Nos trocamos cartas, poemas e confidências, mas paro aqui.
Resumo o que temos assim: nos completamos nas diferenças e assim formou-se uma amizade de amor em prosa intensa.







sábado, 9 de janeiro de 2010

Lama Progress


Olha o mais novo tratamento de pele aí geeeente!!!E é baratim.
Esse lugar fica ali no fim da praia do Araçagy, área de mangue preservada.
Só três quilômetros de pernada apenas.
Nada como sair com os amigos pra uma vadiagem tranquila...ficar de bobeira na água fria, guerrear na lama. Se cê ta achando horrível, num sabe o que ta perdendo!
' Porque sujar-se faz bem, use Lama Progress '.

sábado, 5 de dezembro de 2009

Na lanchonete.


Quinta-feira foi um dia aguniante, de tanto pensar e me preocupar com um zibilhão de coisas pra fazer, minha cabeça deu pane,a conexão dos meus neurônios não ocorria, devido a um problema no sistema( nervoso). Stress se tivesse velocidade, estava a mil por hora.. Não conseguia pensar, tudo vazio e nada de me concentrar pra estudar.
Encontro Glaucy num estado apático parecido, ela vinha do estágio morta de fome.
Lá vamos nós pra lanchonete, ela pede uma pizza...depois de devorada, ocorre o seguinte dialógo:
-Flor eu quero outra pizza.
Respondo:
- Eu quero meu cérebro!
A gente cai na risada, aquela nossa conversa fútil não valia nada, mas rir juntas significou muito.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

A Padaria do Fancês





A Padaria do Francês fica situada no Centro Histórico e é meu palco de conversas, no momento está fechado em infindavél reforma.
Descia na hora do crepúsculo com Silvia, amiga índia que corria comigo pra ver o pôr-do-sol no cais da Beira-mar. Nasciam risos de nossa conversa amena, o tempo voava, o chocolate quente acabava, enchia-nos uma preguiça de levantar.
Eu gosto desse lugar, sentar nas cadeiras brancas, ouvir o alarido do futebol próximo das crianças...
Um outra companhia não posso esquecer: o Ivan.
Moço do cabelo encaracolado, cheio de aventuras e cigarros.
Nos dialógos ocorridos ocorriam rodadas de cafés. Estou sentindo saudades disso, ultimamente minhas saídas tem cansado meu espírito, os dias de rock'n'roll agitam demais meu coração de velhinha. Gosto de ouvir meu amigo de andanças, que um dia saiu do nada pra cidade de Alcantâra, resolver pegar carona num caminhão e parou no município de Pinheiro, quis ficar e foi lá trabalhar numa churrascaria enquanto o povo revirava mundo pra achar o menino!
Hoje raspou o cabelo e trabalha na Marinha.
Ivan, cadê você?

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Conversa de Duendes



Duendes existem e moram perto do mar.
Havia uns ritos estranhos de jovens em círculos rezar
Havia um mapa no meio do caminho
Riscado lá no chão de asfalto.
Havia homens que eram portais, um era medo e outro desejo , pelos dois tinhamos que passar.
Éramos passarinhos e assim como eles, a imaginação voava alto
Debaixo do cajueiro ,alteram músicas com letras surreais, filosofando falsas verdades...
Duendes davam seus sinais.
Havia folhas secas , frutas no chão, nossa modesta mesa
Um cheiro de desprendimento existia, ar de leveza
Dispersava qualquer tormento num culto à Mãe Natureza.
Parece conversa de bicho-grilo mas é conversa de duendes.
Versos versados para Wins, de um tempo que só a gente entende.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

'Receba as flores que lhe dou'




Sobre ofertas singelas:
Em cada flor que dou existe o amor meu. Sim, tenho esse raro hábito de dar rosas brancas áquelas pessoas que me são especiais. Foram dadas para poucas, provas do meu carinho e da importância delas. Simbolizam meu reconhecimento a cada uma que contribiu para minha construção e crescimento pessoal.
Qual foi a ultima vez que você presenteou alguém com o coração?
Não precisa ser uma rosa não! Pode ser um abraço sincero ou o olhar que cai a dizer: tenho em você um irmão.
Na corrida do dia-a-dia, esquecemos o valor das pequenas gentilezas, ficamos passivos de uma realidade mais fraterna, aviso logo que com isso não estou posando de Dona Perfeição, sou humana feita de carne , osso e teimosia.
Esse meu gesto de rosas ofertar é que demonstra a minha humanidade.
Sempre se tem alguém do lado que a qualquer hora vai abrir mão de si em prol de você, reconheça essa pessoa, ela é seu maior presente.
Meus poucos amigos(não preciso de muitos) meus pais e meu companheiro: seres que dão cor e perfume a minha vida.


Ps: Silvia, devo a você uma flor.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

A nossa felicidade a gente inventa


27 de outubro, lá vai eu pegar o ônibus mais uma vez atrasada pra faculdade, próximo ao banco em que estava, três crianças conversavam animadamente, duas meninas e um rapazinho. A grande expectativa era a escada rolante.
Fiquei matutando em como elas precisam de pouco pra ser feliz, volto à mim criança.
Quando tinha uns cinco, seis anos, fugi de casa pela janela pra brincar debaixo de um pé de jambo, minha mãe era louca atraz da filha fujona.
Toda a sua raiva e preocupação passou quando me viu serena no chão, que àquela época do ano era transformado em tapete rosa.
Até hoje não ambiciono muito, minhas horas mais felizes são construídas com pouco e o pouco me basta.Seja tomando sopa no chão da sala, num filminho com o namorado,comendo pizza com as amigas-flores na noite de sábado ou nesse momento sem-noção da foto ocorrido num domingo nublado no terraço de casa. Tudo que precisamos foi de sabão em pó, um pouco de bobagem e água.
É, a nossa felicidade a gente inventa, parafraseando aqui as letras de um certo Cazuza.

domingo, 25 de outubro de 2009

A observação de Eduardo Galeano

















''Na parede de um botequim de Madri, um cartaz avisa: Proibido cantar.
Na parede do aeroporto do Rio de Janeiro, um aviso informa:
É proibido brincar com os carrinhos porta-bagagem.
Ou seja: ainda existe gente que canta, ainda existe gente que brinca.''


Registro de um dos muitos fins de semana passados na praia do Araçagy com a turma de sequelados infantes.